terça-feira, 27 de julho de 2010

Numa gestão democrática, participativa, transparente e ética dos métodos de trabalho, da administração financeira e das relações com a categoria e com a população;

No reconhecimento da diversidade da Psicologia, tanto no que se refere às abordagens quanto aos campos de atuação;

Na ampliação e aprimoramento do diálogo:

a) com a população, defendendo incondicionalmente os direitos humanos e reafirmando os diversos contextos em que a Psicologia pode contribuir para a promoção da qualidade de vida, do respeito à diferença e da redução das desigualdades sociais;

b) com psicólogos e psicólogas, entendendo que a legitimidade do Conselho de Psicologia é sustentada pela ampla possibilidade de participação dos (as) profissionais na elaboração, execução e avaliação das diversas ações realizadas.

Na Intervenção no âmbito das políticas públicas;

Na garantia da qualidade ética e técnica do exercício profissional ofertado à população, com ênfase na construção de referências;

No fortalecimento da Psicologia brasileira.